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quinta-feira, 8 de março de 2012

Dia internacional da mulher

Photo-book by Jordan Matter Uncovered



PORQUÊ O DIA 8 DE MARÇO 

Neste dia, do ano de 1857, as operárias têxteis de uma fábrica de Nova Iorque entraram em greve, ocupando a fábrica, para reivindicarem a redução de um horário de mais de 16 horas por dia para 10 horas. Estas operárias que, nas suas 16 horas, recebiam menos de um terço do salário dos homens, foram fechadas na fábrica onde, entretanto, se declarara um incêndio, e cerca de 130 mulheres morreram queimadas. Em 1910, numa conferência internacional de mulheres realizada na Dinamarca, foi decidido, em homenagem àquelas mulheres, comemorar o 8 de Março como "Dia Internacional da Mulher". De então para cá o movimento a favor da emancipação da mulher tem tomado forma, tanto em Portugal como no resto do mundo.

sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012

World Press Photo 2011, as minhas favoritas.

O espanhol Samuel Aranda foi o grande vencedor do prêmio World Press Photo 2011 com a imagem de uma mulher segurando um parente ferido durante protestos contra o presidente Saleh, do Iêmen, em Sanaa, no dia 15 de outubro de 2011


O sul-africano Brent Stirton ganhou o primeiro lugar na categoria Nature Stories (Histórias da Natureza) com a série "Rhino Wars" (Guerra de Rinocerontes). A foto acima mostra uma fêmea na Reserva de Tugela, em Colenso, na África do Sul, que quatro meses antes perdera o chifre após ser brutalmente atacada por caçadores com serras elétricas e na data da imagem, 9 de novembro de 2010, estava junto a um macho que passou a acompanhar após ter sobrevivido


O argentino Alejandro Kirchuk ganhou o primeiro prêmio na categoria Daily Life Stories (Histórias da Vida Quotidiana) com a série "Nunca Deixarei Você Ir", que retratou o casal Marcos, 89 anos, e Monica, 87 anos. Os dois estão casados e vivem há 65 anos num apartamento de Buenos Aires. Monica foi diagnosticada com Alzheimer em 2007, e desde então Marcos tem dedicado todo o seu tempo para cuidar da mulher


O italiano Paolo Pellegrin ficou com o segundo lugar na categoria General News Stories (Histórias de Notícias em Geral) com uma série sobre o período posterior ao tsunami no Japão





fotografias e informação via

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Ano do dragão



"Os orientais consideram que este é um ano auspicioso, bom  para casar, ter filhos ou começar um negócio novo, porque o dragão benevolente traz a  boa fortuna e a felicidade.
Entretanto, este é também um momento de moderar o nosso entusiasmo e de olhar duas vezes antes de dar um mergulho. Muito embora o afortunado dragão regue com a sua sorte indiscriminadamente tudo, a mesma sorte desaparece quando o tempo nos retribui dos nossos erros. O sucesso e as falhas serão ampliados da mesma maneira.  Os anos do dragão fogo são especialmente temidos, porque são mais destruidores do que os dragões de outros elementos.
No ano do dragão, as fortunas assim como os desastres virão em ondas maciças. Este é um ano marcado por muitas surpresas e actos violentos da natureza. Os temperamentos alargar-se-ão ao mundo excedente e todos estarão encenando alguma revolta real ou imaginária de encontro às suas constrições. A atmosfera eléctrica criada pelo poderoso dragão afectar-nos-á, de forma individual e colectiva, a tudo e a todos."

segunda-feira, 17 de outubro de 2011

"Os professores" por José Luis Peixoto ou como detesto gente acomodada e que ainda critica quem vai à luta.


"O mundo não nasceu connosco. Essa ligeira ilusão é mais um sinal da imperfeição que nos cobre os sentidos. Chegámos num dia que não recordamos, mas que celebramos anualmente; depois, pouco a pouco, a neblina foi-se desfazendo nos objectos até que, por fim, conseguimos reconhecer-nos ao espelho. Nessa idade, não sabíamos o suficiente para percebermos que não sabíamos nada. Foi então que chegaram os professores. Traziam todo o conhecimento do mundo que nos antecedeu. Lançaram-se na tarefa de nos actualizar com o presente da nossa espécie e da nossa civilização. Essa tarefa, sabemo-lo hoje, é infinita.
O material que é trabalhado pelos professores não pode ser quantificado. Não há números ou casas decimais com suficiente precisão para medi-lo. A falta de quantificação não é culpa dos assuntos inquantificáveis, é culpa do nosso desejo de quantificar tudo. Os professores não vendem o material que trabalham, oferecem-no. Nós, com o tempo, com os anos, com a distância entre nós e nós, somos levados a acreditar que aquilo que os professores nos deram nos pertenceu desde sempre. Mais do que acharmos que esse material é nosso, achamos que nós próprios somos esse material. Por ironia ou capricho, é nesse momento que o trabalho dos professores se efectiva. O trabalho dos professores é a generosidade.
Basta um esforço mínimo da memória, basta um plim pequenino de gratidão para nos apercebermos do quanto devemos aos professores. Devemos-lhes muito daquilo que somos, devemos-lhes muito de tudo. Há algo de definitivo e eterno nessa missão, nesse verbo que é transmitido de geração em geração, ensinado. Com as suas pastas de professores, os seus blazers, os seus Ford Fiesta com cadeirinha para os filhos no banco de trás, os professores de hoje são iguais de ontem. O acto que praticam é igual ao que foi exercido por outros professores, com outros penteados, que existiram há séculos ou há décadas. O conhecimento que enche as páginas dos manuais aumentou e mudou, mas a essência daquilo que os professores fazem mantém-se. Essência, essa palavra que os professores recordam ciclicamente, essa mesma palavra que tendemos a esquecer.
Um ataque contra os professores é sempre um ataque contra nós próprios, contra o nosso futuro. Resistindo, os professores, pela sua prática, são os guardiões da esperança. Vemo-los a dar forma e sentido à esperança de crianças e de jovens, aceitamos essa evidência, mas falhamos perceber que são também eles que mantêm viva a esperança de que todos necessitamos para existir, para respirar, para estarmos vivos. Ai da sociedade que perdeu a esperança. Quem não tem esperança não está vivo. Mesmo que ainda respire, já morreu.
Envergonhem-se aqueles que dizem ter perdido a esperança. Envergonhem-se aqueles que dizem que não vale a pena lutar. Quando as dificuldades são maiores é quando o esforço para ultrapassá-las deve ser mais intenso. Sabemos que estamos aqui, o sangue atravessa-nos o corpo. Nascemos num dia em que quase nos pareceu ter nascido o mundo inteiro. Temos a graça de uma voz, podemos usá-la para exprimir todo o entendimento do que significa estar aqui, nesta posição. Em anos de aulas teóricas, aulas práticas, no laboratório, no ginásio, em visitas de estudo, sumários escritos no quadro no início da aula, os professores ensinaram-nos que existe vida para lá das certezas rígidas, opacas, que nos queiram apresentar. Se desligarmos a televisão por um instante, chegaremos facilmente à conclusão que, como nas aulas de matemática ou de filosofia, não há problemas que disponham de uma única solução. Da mesma maneira, não há fatalidades que não possam ser questionadas. É ao fazê-lo que se pensa e se encontra soluções.
Recusar a educação é recusar o desenvolvimento.
Se nos conseguirem convencer a desistir de deixar um mundo melhor do que aquele que encontrámos, o erro não será tanto daqueles que forem capazes de nos roubar uma aspiração tão fundamental, o erro primeiro será nosso por termos deixado que nos roubem a capacidade de sonhar, a ambição, metade da humanidade que recebemos dos nossos pais e dos nossos avós. Mas espero que não, acredito que não, não esquecemos a lição que aprendemos e que continuamos a aprender todos os dias com os professores. Tenho esperança."


Artigo "Os professores" de José Luís Peixoto, publicado na revista Visão de 13 de Outubro de 2011

domingo, 26 de junho de 2011

domingo, 19 de junho de 2011

"O casal que decidiu fazer amor em vez de guerra"

Richard Lam



«"Não acredito... somos nós naquela fotografia?", perguntou Alexandra Thomas ao namorado, Scott Jones.

A fotografia de um casal em grande intimidade, indiferente à acção da polícia de choque canadiana, durante os motins de Vancouver desta quinta-feira, tornou-se um êxito nas redes sociais.

As manifestações violentas, que acabaram em cem detenções e 150 pessoas hospitalizadas, ocorreram após a derrota dos Canucks com os Boston Bruins, na final da Stanley Cup de hóquei do gelo.

No meio do turbilhão, este momento chamou a atenção do fotógrafo Richard Lam, que se encontrava a cobrir os motins. De acordo com o jornal ‘Daily Mail', o jornalista captou o momento mas, devido ao caos, só se apercebeu do resultado final da sua imagem quando a mostrou ao seu editor.

Na primeira entrevista que o casal sensação deu afirmaram estar "completamente surpreendidos" pelo efeito do seu íntimo abraço pelo mundo fora. "É uma fotografia muito reveladora", acrescenta Alexandra Thomas.

O casal assistiu ao jogo e, no final, o motim rebentou e viram-se cercados pela polícia. Foram "atropelados pela polícia de choque" e Alexandra caíu. O casal é visto a dar um beijo terno no chão: "estava a tentar acalmá-la depois da polícia passar literalmente por cima de nós", disse Scott.»


Noticia daqui

terça-feira, 7 de junho de 2011

Mas qual será o legume culpado?



Primeiro que a culpa era dos pepinos espanhóis, depois afinal não eram, podem ser os rebentos de soja alemães. Mas sem certezas. 
Ficou tudo em pânico, as pessoas deixaram de comprar legumes com medo da E.coli. 
Conclusão: só no nosso país estimam-se  os prejuízos em 1 milhões de euros até ao final desta semana.
Felizmente não me deixo levar por estas coisas, não deixei de comprar pepinos nem outro tipo de legumes. Acho que é uma tristeza que se espalhem este tipo de noticias sem se ter certezas, arrastando os negócios de muito boa gente que trabalha que se farta e depois acaba por ver tudo no lixo. eu sei que sou só uma, mas compro sempre.

sábado, 12 de março de 2011

sexta-feira, 11 de março de 2011

Sismo e tsunami no Japão

 
Uma enorme tragédia, as imagens que chegam são de uma enorme destruição e continuam as réplicas.
E pensar que não estamos imunes a uma tragédia destas...
Espero que o número de mortos seja muito menor do que é esperado...

Imagem daqui