
Da minha aldeia vejo quanto da terra se pode ver do universo...
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram todo o tamanho que podemos olhar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
Por isso a minha aldeia é tão grande como outra terra qualquer,
Porque eu sou do tamanho do que vejo
E não do tamanho da minha altura...
Nas cidades a vida é mais pequena
Que aqui na minha casa no cimo deste outeiro.
Na cidade as grandes casas fecham a vista à chave,
Escondem o horizonte, empurram o nosso olhar para longe de todo o céu,
Tornam-nos pequenos porque nos tiram todo o tamanho que podemos olhar,
E tornam-nos pobres porque a nossa única riqueza é ver.
4 comentários:
Também moro numa aldeia e adoro o sossego e ambiente que me rodeia... sinto paz.... e apesar de para muitos não ser um sítio desenvolvido este é o meu lugar calmo e que quero que seja sempre o meu refúgio... com ternura :)
Bonito poema. :)
Há o ver e olhar! E só vendo com olhos de horizonte conseguimos transpor as barreiras dos limites e ver mais além... e então é possível ver tudo o que quisermos...
Somos sempre do tamanho do nosso coração e o horizonte finito faz-se infinito pela grandeza dos nossos sonhos e nao da sabedoria.
beijinho amigo
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